Guia K2
Primeira moto: qual escolher
A primeira moto não precisa ser a moto dos sonhos: precisa ser fácil de pilotar, barata de manter e boa de revender quando você quiser subir de categoria. Este guia mostra o caminho que a gente indica para quem está começando.
Por equipe K2 Motos · Atualizado em
1. O mais fácil: semiautomática ou scooter
Se você nunca pilotou, comece sem embreagem. Na semiautomática, como a Honda Biz e a Pop, você troca as marchas com o pé, mas não tem manete de embreagem: não tem como a moto morrer na saída. Na scooter, como a NMAX, a PCX, a Elite e a Neo, nem marcha tem: é acelerar e frear.
São as motos mais econômicas, leves e fáceis de manobrar no trânsito e no estacionamento. A scooter ainda costuma ter espaço embaixo do banco para guardar o capacete.
Mesmo sem embreagem, para circular você precisa da CNH categoria A: a autoescola usa moto com marcha, então você vai aprender a pilotar com embreagem de qualquer jeito.
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Neo Automatic 125

Elite 125

Biz 110i

Pop 110i ES
2. Para aprender de verdade: street de 150 a 160 cc
A Honda CG 160 é a moto mais vendida do Brasil, e a Yamaha Factor 150 e a Fazer 150 vão pelo mesmo caminho por um motivo: são simples, resistentes e têm peça em qualquer oficina. Com elas você aprende a usar embreagem e marchas numa moto leve e que perdoa erro.
Andam bem na cidade e na rodovia, aguentam garupa e são fáceis de revender. Para muita gente, são a moto de trabalho e de passeio ao mesmo tempo.
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CG 150 Fan ESI

YBR 150 Factor ED

CG 160 Start

FZ15 150 Fazer Flex
3. Se você roda em estrada de chão: trail leve
A Honda Bros 160 e a Yamaha Crosser 150 têm suspensão mais longa, pneu misto e posição de pilotagem mais alta. Encaram rua de paralelepípedo, buraco e estrada de chão sem sofrer, e continuam econômicas como uma street.
O banco é mais alto: se você é baixo, sente na moto antes de comprar e veja se alcança o chão com os pés com segurança.
Ver todas as trail4. Para depois: as 250 a 300 cc
Fazer 250, Twister, Lander, XRE 300 e Tornado são ótimas motos, mas têm mais força e mais peso. Para a primeira moto, o ideal é rodar alguns meses numa menor e subir depois, quando você já frear, fazer curva e manobrar sem pensar.
Quem já pilota bem, ou vai viajar com garupa e bagagem com frequência, pode começar por elas com tranquilidade.
Na K2, a sua moto entra na troca: dá para começar com uma 160 e trocar por uma 250 ou 300 quando chegar a hora.
Como funciona a troca5. Antes de fechar negócio
Coloque na conta, além da parcela: seguro (peça uma cotação antes, ele muda muito conforme o modelo e o seu CEP), IPVA, licenciamento, combustível e as revisões. Moto barata de comprar e cara de segurar não é economia.
Na moto usada, confira se o documento está em dia e sem pendências, se o número do chassi e do motor batem com o documento, o estado dos pneus, da corrente e dos freios, e faça um test-ride. Em loja, peça para ver tudo isso com o vendedor.
Simular a parcelaPerguntas frequentes
Qual a melhor moto para quem nunca pilotou?
Uma semiautomática (como a Biz ou a Pop) ou uma scooter (como a NMAX ou a PCX): não têm embreagem, são leves e fáceis de manobrar. Se você quer aprender a pilotar com marchas desde o começo, uma street de 150 a 160 cc, como a CG 160 ou a Factor 150.
Precisa de CNH para pilotar scooter ou Biz?
Sim. Motos e scooters acima de 50 cilindradas exigem CNH categoria A. Só os ciclomotores, de até 50 cc, podem ser conduzidos com a ACC.
Primeira moto: nova ou usada?
Uma seminova bem cuidada costuma ser a melhor escolha: você paga menos, perde menos na revenda e, se cair nos primeiros meses, o prejuízo é menor. Só compre de quem mostra a procedência e deixa você fazer o test-ride.
Qual moto gasta menos combustível?
As semiautomáticas de 110 a 125 cc, como a Pop e a Biz, estão entre as mais econômicas do mercado. As scooters e as street de 150 a 160 cc vêm logo em seguida.
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